PERGUNTAS FREQUENTES
  • Como configurar a impressora para imprimir recibos ou relatórios do PHL?
    O PHL é simplesmente um servidor de páginas HTML. A configuração tem que ser feita no programa que está sendo utilizado para navegar nas páginas HTMLs (Iexplorer, Mozilla, Netscape, Opera, etc). O PHL simplesmente envia as páginas HTMLs para estes programas. Portanto, a impressora tem que ser compatível com o programa utilizado e com o sistema operacional da sua máquina. O PHL não tem nenhuma influência sobre eles pois não é um programa e sim um servidor de páginas HTMLs dinâmicas.
    Uma dica: Se o seu programa de navegação for o IExplorer, clique na opção "Arquivo", e no menu selecione "Configurar página". Ali tem os parâmetros para configurar a página de impressão do IExplorer.


  • É possível utilizar o PHL sem estar conectado à internet?
    Sim. Após a instalação do PHL em seu PC, automaticamente será simulado um ambiente cliente/servidor localmente, sem a necessidade de nenhum tipo de conexão com a internet.


  • Posso utilizar o PHL instalado em meu PC enquanto estiver conectado na internet?
    Sim. O PHL não interfere em suas conexões de rede, inclusive, havendo possibilidade de seu computador estar conectado à internet você poderá dispor dos serviços de importação de registros de outras bibliotecas, geração de gráficos utilizando servidores externos, etc.


  • Qual a diferença entre o PHL (local) e o PHL (rede)?
    A grande diferença está no fato de que o PHL quando instalado e utilizado em servidor de rede (intranet/internet), ele passa a disponibilizar os catálogos e serviços da biblioteca neste ambiente, permitindo consultas e operações simultâneas (multiusuário). Quando o PHL é instalado e utilizado em um servidor local, ele permite que somente um usuário tenha acesso aos recursos disponíveis (monousuário). Os scripts são exatamente os mesmos, não há nenhuma diferença de versões.


  • Qual a vantagem do uso do PHL em ambiente de rede?
    A vantagem está no fato de permitir acessos simultâneos (multiplos usuários) e disponibilizar os catálogos e serviços da biblioteca, 24 horas por dia, permitindo que seus usuários façam buscas, efetuem renovações e reservas, emitam extratos de suas transações com a biblioteca, sem sair de casa ou de seu ambiente de estudos ou trabalho.


  • O PHL é realmente distribuído com os códigos fontes abertos?
    Sim. Todos os scripts que compõe o PHL são distribuídos com os fontes abertos, permitindo que sejam editados e personalizados conforme suas necessidades. Seu uso em ambiente monousuário é livre, não requerendo nenhum tipo de licenciamento. Seu uso em ambiente de rede requer uma licença específica do autor que é válida por tempo indeterminado, ou seja, é paga somente uma vez e dá direito ao uso de todas as atualizações que surgirem.


  • Qual a linguagem adotada nos scripts do PHL?
    Todos os scripts foram escrito na linguagem XML-IsisScript, XML e Javascript, interpretados por um programa CGI não residente denominado WWWISIS©Bireme. Este interpredador lê o script retornando o texto HTML para o cliente e imediatamente é liberado da memória do servidor. Esta característica é responsável pela leveza do sistema, podendo ser utilizado até em servidores 486 com pouca capacidade de memória instalada.


  • Qual o padrão dos bancos de dados utilizados pelo PHL?
    O PHL utiliza banco de dados no padrão CDS/ISIS. Este padrão foi criado pela Unesco para gestão de banco de dados textuais, utilizando registros de tamanho variável e indices hierárquicos balanceados (B-Tree), permitindo o armazenamento de grande quantidade de informação em espaços bastante reduzidos. É o padrão adotado pelas grandes redes mundiais de informações bibliográficas.


  • Existe documentação e outras ferramentas para manipulação de banco de dados no padrão CDS/ISIS?
    Sim, muitas e todas gratuitas. A Bireme/OPS/OMS (www.bireme.br) desenvolveu uma série de utilitários, denominados de "Utilitários CISIS" que permitem conversões de arquivo texto em banco de dados CDS/ISIS e vice-versa, geração de índices de acessos, importação e exportação de registros no padrão ISO2709, renumeração de campos, etc., etc. No site da Bireme existe documentação farta sobre estes utilitários e sobre este padrão de banco de dados.


  • Posso importar para o PHL meu catálogo criado com o Winisis, MicroIsis ou Minisis que utilizam o mesmo padrão ?
    Sim, desde que antes da exportação seja feita uma tabela de correspondência (FST de reformatação) para a renumeração dos campos de dados antes da exportação. Os números dos campos de dados adotados pelo PHL para a base de dados do catálogo estão descritos no Manual do PHL. A Bireme desenvolveu um utilitário denominado RETAG que facilita bastante este processo.


  • Porque "Personal Home Library"?
    A escolha do nome se inspirou nos primeiros serviços 24 horas implantados no Brasil com o nome de "Personal Home Banking". Além desta inspiração, pesou o fato da sigla "PHL" gerada por esta combinação, coincidir com a sigla da palavra grega "PHILOSOPHIA" que tem um significado bastante expressivo. A palavra filosofia é composta por duas outras: philo e sophia. Philo deriva-se de philia, que significa amizade, amor fraterno, respeito entre os iguais. Sophia quer dizer sabedoria e dela vem a palavra sophos, sábio. Assim, filosofia indica um estado de espírito, o da pessoa que ama, isto é, deseja o conhecimento, o estima, o procura e o respeita.